Retiraram de dentro do corpo
a alma de um louco,
E lá me achou, quem? Nem sei,
só sei o que escutei,
voz da alma, acalma, fala
conosco sem ter um rosto,
gosto de ralo, esgoto em
verdes pastos, beijos de aço.
Salve a rua das historias
boas e más, curandeiro dos chás,
a maloca desemboca a colheita
da nova horta, cultura aflora,
lá se vai meus pensamentos de
ser um bom patriota, idiota,
me fez cair fora, do buraco
dos ratos, onde eu ficava calado.
Agora estou armado, estudo os
fatos, ao som do João de barro,
meu Deus, rimei um nome de um
belo passaro, agora eu disparo,
os versos vem como um ato mágico,
tão fácil, me deixa calmo,
trilhas e linhas, cria e
admira a obra feita com o dom de sentir a vida.
Desperdice o que te mostram e
não aprenda o por que te esnobam,
seja você, seja o que você vê,
se for ridículo? E daí? Desliga a TV,
vá ler, vá sentir o que tem
de melhor dentro de você, você é o que crê,
do que adianta ser um sábio,
se o pensamento de tocar vários lábios é pecado?
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