terça-feira, 30 de agosto de 2011

Na rinha...


Meditação, estranha contradição
Para estar em paz plena e serena
Acalmo-me com a planta enrolada na seda?
Morro de rir, mas nada demais, sátiras
Piada para não achar graça, charadas?

Eu e o amor, o amor e minha raiva rindo
Juntos, como dois infelizes, loucos varridos
Se é que entende o meu trocadilho, instinto
Escrever coisas com sentindo com vinho tinto
Mas o que mais chego perto é sempre iludindo

Versar um poema é algo muito distinto, delírios
Não interessa qual forem teus signos místicos
O pensamento não muda a forma padrão e ritmo
Eu entro em brigas com meu popular e meu lírico
Extraio o aroma e essência do que falam ser vicio

E vamos separados com os neurônios aflorados
Pensamento digno, trabalhador arisco, fictício
A sociedade é capitalista, me ergo anarquista?
Não sou muito de política, mas gosto de justiça
Não sou bandido, mas também não gosto de policia

Não ligue, a mentalidade é minha e não entre na rinha...

2 comentários:

  1. Muito bom seu pensamento...

    muita semelhança, em palavras que não consigo externar...

    Parabéns!

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